O carro da Câmara de Viseu foi esta terça-feira assaltado em plena luz do dia em Coimbra, a poucos metros da sede da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), onde decorria uma reunião do conselho directivo, avança a agência Lusa.
Fernando Ruas, presidente da Câmara de Viseu e da ANMP, contou à Agência Lusa que o assalto, ocorrido entre as 17h00 e as 17h30, lhe causou algumas complicações, uma vez que pretendia seguir de Coimbra para Lisboa, onde quarta-feira de madrugada apanha um avião para Bruxelas, para participar no plenário do Comité das Regiões (órgão consultivo da União Europeia).
Do carro foram levadas as malas de viagem com a roupa de Fernando Ruas e do seu motorista, a carteira com os documentos deste e uma pasta com a documentação necessária para participar no Comité das Regiões, incluindo o bilhete de avião.
“O habilidoso mas discreto oficial de pedreiro que ele fora até 1872, de súbito alcança a notoriedade e a fama, ao desmontar e repor, com êxito retumbante, os lanços das denominadas “Escadas Suspensas” do Seminário Diocesano (antiga Casa da Congregação do Oratório) que ameaçavam ruína eminente. Para a reparação dessas escadas – consideradas pelos entendidos “a obra arquitectónica mais notável de Viseu, depois da abóbadas de nós e abóbada do coro alto da Catedral” – haviam sido chamados “artista pedreiros e outros entendedores, e até homens de ciência denominados Engenheiros”. Perante a dificuldade da obra, ninguém se atreveu com ela. Apenas Serafim Simões teria o arrojo e o discernimento necessários para resolver o difícil problema – e consegui-o. A partir de então, não teve mãos a medir.” Alexandre Alves
Serafim Lourenço Simões (1839/1908) “O Construtor” Colecção – “Visienses de Boa Memória” Edição da AVIS , capa de Pedro Albuquerque, Viseu 2008
Investe-se mais na cidade do que nas freguesias? "Não", responde Fernando Ruas, presidente da Câmara de Viseu. O autarca assegura que são tantas as obras em curso na periferia, "que davam para inaugurar uma por dia".
Até ao fim do mandado, em Outubro de 2009, Fernando Ruas, presidente da Câmara de Viseu, garante que tem obras a decorrer em todas as freguesias do concelho "que davam para fazer inaugurações todos os dias". É a resposta do autarca aos socialistas que o acusam de só investir na cidade.
"Dizer que não se faz obras nas freguesias [rurais], é um insulto aos presidentes de junta, com quem já protocolei, desde que estou na câmara, cerca de seis mil contratos-programa. E cada um desses contratos, corresponde uma obra", enfatizou ontem Fernando Ruas, assegurando que os investimentos feitos nas freguesias "são superiores aos da cidade".
O autarca diz que as acusações de desinvestimento "partem de quem não conhece as freguesias, e muito menos as suas aldeias".
Um dia depois dos vereadores do PS terem desafiado Ruas a baixar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), de 0,5 para 0,3, o autarca respondeu ontem, aceitando o repto dos socialistas. Mas de forma condicionada.
"Baixo o IMI, se o vereador que é também deputado da Assembleia da República [Miguel Ginestal], propuser lá uma redução de 20% do IRS, na parte que cabe ao governo", avançou ontem Ruas. "São ambos impostos pagos pelos cidadãos", acrescentou, laçando outra crítica aos socialistas, desta vez ao presidente da Federação Distrital do PS, José Junqueiro.
"Veio anunciar que o Centro de Conservação e Restauro se manterá em Viseu. Mas não disse que para o seu funcionamento seriam necessários lá colocar dois funcionários administrativos. O ministro da Cultura telefonou-me ontem a pedir apoio, e nós vamos apoiar. Mas o deputado podia ter falado neste problema, ajudando até a resolvê-lo", ironizou.
O distrito de Viseu possui, agora, mais uma delegação da Cruz Vermelha Portuguesa. A direcção do novo organismo tomou ontem posse, em Silgueiros.
A freguesia de Silgueiros viu, ontem, nascer a 187.ª Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP). A cerimónia de tomada de posse da nova direcção teve lugar na sede da junta de freguesia. Carlos Pimenta Araújo, assessor do presidente da Cruz Vermelha Nacional, presidiu às celebrações. Estiveram ainda presentes o tenente-coronel Costa Pereira, coordenador nacional da emergência da CVP, António Bento, delegado regional e presidente da direcção da CVP de Viseu, alguns membros da junta de freguesia e elementos da direcção da delegação de Viseu. António Coelho, presidente da junta e vice-presidente da nova delegação, salientou que era já "uma velha ambição da junta e da população de Silgueiros". Freguesia com vasta área geográfica e dispondo de vários serviços públicos (posto médico, farmácia), associações culturais e recreativas e com grande valência no turismo, António Coelho afirmou que era "necessário o apoio de um organismo como a CVP". in Diário de Viseu, 4 de Outubro
Está patente, até ao dia 13, uma exposição com cerca de 40 fotografias, intitulada por "O meu Amigo e Eu!", que mostra "a cumplicidade que existe entre os animais e os seus donos", refere uma docente do curso de Enfermagem Veterinária, da Escola Superior Agrária, do Instituto Politécnico de Viseu, Cármen Nóbrega que organizou a exposição. Depois de, no ano passado, terem distribuído a legislação e alertas sobre os cães de raça, denominada perigosa, este ano, optaram por "mostrar o amor e carinho que os animais de estimação podem dar". "As pessoas, tenham ou não animais de estimação, poderão observar vários momentos que os animais nos podem proporcionar. É uma recompensa ter um animal", acrescenta Cármen Nóbrega. A ideia também nasceu com o intuito de "sensibilizar as pessoas para a problemática dos animais abandonados e dos maus-tratos que, infelizmente, ainda acontecem aos nossos amigos de estimação". As fotografias expostas estão em concurso e, o júri reunirá para a semana, para seleccionar as três melhores imagens. "Essencialmente, serão premiadas as que mais cumplicidade mostrarem, uma vez que era um dos objectivos do concurso". Os autores são alunos, docentes e funcionários do Instituto Politécnico de Viseu mas, "com mais incidência na Escola Superior Agrária, uma vez que o desafio partiu de lá".
A selecção nacional A masculina de Portugal vai começar em Viseu a fase de apuramento para o Europeu de Andebol de 2010, na Áustria.
Portugal – Letónia, é o jogo a disputar dia 26 de Novembro, no Pavilhão Multiusos, onde voltará a ser colocado o piso sintético adquirido pela autarquia viseense para o Mundial de Andebol de 2003. Será também uma estreia para as novas bancadas amovíveis que a câmara de Viseu adquiriu para aquele espaço. Guilherme Almeida, vereador do desporto na autarquia viseense, considera que "o multiusos continuará a ser uma estrutura vocacionada para receber os grandes eventos desportivos", descartando a possibilidade de uma utilização, mais permanente, por parte dos clubes de Viseu para a prática de diversas modalidades lembrando que "a instalação e remoção do piso sintético custa muitos euros à autarquia, para além de que há outras infra-estruturas desportivas na cidade perfeitamente capazes de acolher os jogos das equipas de Viseu".
Quanto ao jogo, conta para o Grupo 6 de apuramento para o Europeu de 2010, onde, para além de Portugal, se encontra a "toda poderosa" selecção francesa e ainda as equipas nacionais da Letónia, adversário de Portugal neste jogo de Viseu, e ainda República Checa e Luxemburgo.
Os dois primeiros do grupo garantem a presença na Áustria. A França, em teoria, é mais que favorita para o 1º lugar, restando a Portugal lutar com Letónia, e principalmente com a República Checa, pela segunda vaga do grupo. É por isso fundamental, a equipa nacional entrar a ganhar neste grupo, precisamente no jogo de Viseu, com a Letónia.
Trancoso vai solicitar à tutela a sua inclusão na rede de cuidados de saúde de Viseu. A opção está sustentada numa moção, aprovada na última Assembleia Municipal, que não poupa os médicos do hospital da Guarda.
O documento, ratificado pela maioria dos deputados municipais, fala num "clima de desconfiança em relação ao Hospital Sousa Martins, alimentado por sucessivos exemplos de grosseiros erros médicos, praticados em vários munícipes, o que origina um sentimento de insegurança na população do concelho".
Além disso, os trancosenses acrescentam que, no distrito da Guarda, "não há estruturas públicas de saúde com padrões de qualidade", enquanto o hospital é "uma não realidade, adiada, continuando por requalificar e carecendo de recursos humanos e técnicos". Neste cenário, os eleitos pretendem seguir o exemplo de Aguiar da Beira e Foz Côa.
Uma decisão com a qual concorda o presidente do município. Para Júlio Sarmento (PSD), esta moção defende os interesses dos munícipes. "É uma chamada de atenção para a falta de capacidade reivindicativa da Guarda e representa uma defesa dos direitos constitucionais à Saúde dos trancosenses", considera. A autarquia já comunicou a sua indisponibilidade para integrar agrupamentos de centros de saúde da Guarda. O administrador do Hospital da Guarda, Fernando Girão, recusou comentar a moção.