sexta-feira, 10 de julho de 2009

Centro de Artes e Espectáculos vai ter praça e palco para o exterior

A Câmara Municipal de Viseu aprovou ontem a adjudicação do projecto da Centro de Artes e Espectáculos (CAE) ao arquitecto portuense Filipe Oliveira Dias. O edifício está projectado para a Avenida da Europa e deverá ficar concluída dentro de dois anos. A adjudicação do projecto foi feita por cerca de 700 mil euros para uma obra que envolve um investimento de 12 milhões de euros.
O presidente da autarquia, Fernando Ruas, fez saber que assim que o projecto estiver elaborado vai colocá-lo à discussão dos viseenses, envolvendo assim todos os agentes culturais do concelho. "Agora os corajosos que não desapareçam", ironizou.
O autarca disse ainda que o CAE não vai colidir com a programação do Teatro Viriato, antes funcionará como "complemento". Enquanto que o Centro de Artes será projectado para receber grandes espectáculos, o Viriato fica para outros de menor dimensão. A estes dois espaços junta-se ainda o Pavilhão Multiusos que será direccionado para eventos de cariz desportivo.
O CAE vai ficar junto à Fonte Cibernética, nos terrenos onde antes estava a estação da CP. A autarquia deixou algumas indicações ao arquitecto, nomeadamente que tenha condições para espectáculos ao ar livre e uma praça para as pessoas poderem passear.

Viseu: Concelho integrado na rede de veículos eléctricos, após indignação de Fernando Ruas

9 de Julho de 2009

Viseu, 09 Jul (Lusa) - O presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, anunciou hoje que o concelho vai ser integrado na rede nacional de abastecimento para veículos eléctricos, depois de na semana passada ter manifestado descontentamento por ter ficado excluído.
No final da reunião da câmara de hoje, Fernando Ruas contou aos jornalistas ter recebido quarta-feira um telefonema do assessor do ministro da Economia a dizer que Viseu ia ser integrado na rede. “O que significa que vale a pena fazer barulho”, considerou o autarca social-democrata, estranhando, no entanto, ter sido o único dos autarcas das capitais de distrito que ficaram excluídas a mostrar a sua indignação.
Há uma semana, depois de 21 municípios terem assinado um acordo para o desenvolvimento de pontos de abastecimento de baterias de veículos eléctricos, Fernando Ruas enviou uma carta ao Ministério da Economia a questionar o motivo de Viseu ter ficado de fora. Assinaram este compromisso as autarquias de Lisboa, Porto, Coimbra, Sintra, Vila Nova de Gaia, Loures, Cascais, Almada, Braga, Guimarães, Leiria, Setúbal, Viana do Castelo, Aveiro, Torres Vedras, Santarém, Faro, Évora, Beja, Castelo Branco e Guarda. O autarca social-democrata argumentou não perceber por que Viseu era uma das quatro capitais de distrito excluídas e decidiu pedir explicações ao Ministério da Economia.
Entre as quatro capitais de distrito não contempladas, “curiosamente Viseu, Portalegre e Bragança, são das poucas que já têm carros eléctricos”. Lembrou que Viseu tem ainda a particularidade de, na passada sexta-feira ter assinado um protocolo de colaboração com o Instituto Politécnico com vista ao desenvolvimento de um motor eléctrico num kart que possa ser aplicável aos veículos do dia-a-dia. “O que interessa é que está corrigido, mas depois desta tomada de posição”, frisou.
AMF/CMM Lusa/fim

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Museu do Quartzo abre em Setembro

Museu do Quartzo abre em Setembro

00h30m

TERESA CARDOSO

A Câmara Municipal de Viseu avançou, ontem, o dia 18 de Setembro como a data provável para a abertura do Museu do Quartzo. E criticou que o concelho esteja fora da rede de abastecimento de carros eléctricos.

O anúncio da conclusão das obras de construção do edifício que vai acolher o futuro Museu do Quartzo, localizado no monte de Santa Luzia, na freguesia de Campo, foi feito, ontem, durante a reunião mensal entre a Câmara e as autarquias locais do concelho.

O presidente da CMV, Fernando Ruas, esclareceu que a "obra física" está pronta, faltando apenas resolver a questão dos conteúdos.

"Neste momento estão a ultimar-se os conteúdos, um trabalho que está a cargo de uma empresa que reputamos das melhores no seu género a nível mundial. É uma empresa de bandeira que orgulha todos portugueses. Ao mesmo tempo, estamos a concluir os acessos. Estruturas que não fazendo parte intrínseca do museu, são fundamentais para depois o abrir", explicou.

O conteúdo do museu, baseado no quartzo e nas peças que é possível obter a partir dele, terá o formato de um centro interpretativo. "É uma forma simples de transmitir conhecimentos", adianta Fernando Ruas. Que realça a praça "admirável" que ficará defronte da entrada principal, a partir da qual será possível apreciar toda a silhueta da cidade de Viseu.

Críticas ao Ministério da Economia

Na mesma reunião, Fernando Ruas criticou o facto de Viseu ter ficado fora da rede nacional de abastecimento de carros eléctricos juntamente com Vila Real e Bragança. "Foram as únicas capitais de distrito excluídas deste processo", acrescentou.

O autarca prometeu questionar o Ministério da Economia sobre os critérios que determinaram a exclusão dos três municípios. "Não sei se foi por ordem alfabética", ironiza, acrescentando que se a exclusão teve a ver com a população, Viseu não estará atrás da Guarda, Castelo Branco, Beja, Faro, Évora ou Viana do Castelo. "São todos municípios com menos população que nós", declarou.

À margem da reunião e sem confirmar ou desmentir que será candidato a um quinto mandato à frente da Câmara de Viseu, notícia avançado ontem pela Comissão Política Nacional do PSD, Ruas admitiu que a apresentação dos candidatos social-democratas será feita brevemente, de uma só vez, com todos os elementos.

O autarca define quatro bandeiras, a acenar à administração central pelos órgãos executivo e deliberativo que saírem das próximas eleições: o regresso do comboio, a construção da auto-estrada para Coimbra, o novo arquivo distrital e a universidade pública. "Não questiono os grandes investimentos. Mas cria-se tanto ou mais emprego se em vez disso se fizer um somatório de pequenos investimentos".

Jn de 2 de Julho de 2009

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Já arrancaram as obras

Ecopista entre Viseu e S. Comba Dão
Orçadas em cerca de cinco milhões de euros, repartidos pelo QREN e autarquias, na base dos quilómetros construídos em cada um dos três concelhos, de um total de 52 (Viseu, Tondela e Santa Comba Dão), arrancaram as obras de construção da Ecopista do Dão, que ligará Figueiró ao concelho de Santa Comba Dão, passando pelo de Tondela. A cerimónia ocorreu em diversos locais: junto à sede da Junta de freguesia de S. Cipriano - Viseu, Estação de Tondela e Estação do Vimieiro, concelhos de Tondela e de Santa Comba Dão, respectivamente.
Notícias de Viseu, Junho de 2009

sábado, 27 de junho de 2009

Funicular gratuito durante um ano

TERESA CARDOSO

O engenho mecânico (funicular) que vai ligar a Feira de S. Mateus à Sé, já a partir de Agosto, vai funcionar a custo zero durante um ano. A decisão municipal, anunciada anteontem, visa promover o povoamento do centro histórico.

Os planos da Câmara Municipal de Viseu (CMV) apontam para que aquele meio de transporte comece a funcionar a 14 de Agosto, dia em que arranca a tradicional Feira de S. Mateus.

Gratuito durante um ano, o funicular levará milhares de pessoas para o centro histórico. "Vai ser uma excelente oportunidade de negócio para o comércio. Esperamos que todos os agentes envolvidos tirem proveito e rentabilizem ao máximo esta medida", avisa Fernando Ruas.

O funicular é composto por duas carruagens. Cada uma delas tem capacidade para 50 passageiros (10 lugares sentados) e dispõe de condições para o transporte de pessoas com deficiência.

A ligação de 400 metros entre a Feira de S. Mateus e o largo da Sé, pela Calçada de Viriato, será feita em dois minutos sem contar as paragens. As duas carruagens irão cruzar-se num único ponto onde os carris foram duplicados.

A instalação do engenho mecânico, investimento de 5,2 milhões de euros, foi o último projecto lançado pela Viseu Polis. A sociedade assumiu 70% do custo total. O restante foi financiado, em partes iguais, por fundos comunitários e pela autarquia.

Na mesma reunião do executivo camarário em que foi anunciada a entrada em funcionamento do funicular, foi revelado o fim do crédito às empresas detentoras de helicópteros de combate a incêndios estacionados no Aeródromo Municipal Gonçalves Lobato.

A decisão prende-se com uma dívida de 40 mil euros herdada de 2008. "A empresa contratada para actuar com os helicópteros no combate aos incêndios, que continua a utilizar o aeródromo mas já sem os meios aéreos, ainda não pagou aquele montante", revelou Fernando Ruas, que vai continuar a permitir às empresas que abasteçam, por uma questão de funcionalidade, só que a partir de agora terão de pagar na hora.

Fernando Ruas lembra que a Câmara de Viseu "cumpre a sua parte no apoio ao combate a incêndios" ao permitir às empresas de "helis" que estacionem e operem a partir de uma estrutura municipal. "Já pagámos as obras que são precisas e as horas extraordinárias dos funcionários. Não nos peçam para assumir os combustíveis", ironiza.

A autarquia adjudicou a requalificação da avenida Alberto Sampaio, e anunciou obras no mercado 21 de Agosto. Além da construção de um praça no interior, as entradas serão alargadas.

jn de 27-06-09

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Maior pousada de portugal inaugurada a 19 de fevereiro

O Grupo Pestana anunciou a abertura da nova pousada de Viseu, dia 19 de Fevereiro.

O novo empreendimento de 15 milhões de euros, que resulta da recuperação do edifício do antigo Hospital S. Teotónio, é a maior pousada do grupo, vai empregar perto de 60 pessoas e dispõe de valências que mais nenhuma estrutura do país tem, como o SPA.

Dispõe de 84 quartos (17 suites), uma sala (rés-do-chão) com capacidade para 400 pessoas, um centro de convenções, com duas salas de reuniões, dois restaurantes, uma piscina exterior, uma piscina interior e ginásio.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Viseu segura quebra de população no distrito

Viseu segura quebra de população no distrito

Demografia Capital cresce 1000 pessoas por ano. Oito dos 10 concelhos nortenhos definham

00h23m

RUI BONDOSO

A população do distrito de Viseu cresceu. Em sete anos (2000/2007) ganhou 3532 pessoas. Mas a subida deve-se à sua capital, que aumenta a um ritmo de 1000 habitantes/ano. Os concelhos a norte definham.

Os números não enganam. Viseu-concelho é a locomotiva do distrito. À sua custa, a população aguentou-se. Cresceu até ligeiramente entre 2000 e 2007 (ver infografia). Não fosse isso e a realidade seria outra: o distrito teria registado uma quebra de quase três mil pessoas.

A cidade-capital é o "oásis". Cresce sozinha quase quatro vezes mais que o conjunto dos outros nove concelhos que também subiram de população. É também o município com a percentagem de juventude mais elevada (16,4%) e aquele que tem a população menos envelhecida.

Em 2007, residiam no concelho de Viseu 98619 pessoas, mais 6496 do que em 2000. Cresceu ao ritmo de quase 1000 pessoas por ano, cerca de 7% em média.

A concentração de serviços na cidade, designadamente ao nível do ensino (cerca de 10 mil alunos frequentam actualmente as várias instituições de ensino superior), explica em parte a subida exponencial da sua população, obrigando o burgo a alargar a sua área urbana de ano para ano. A cidade cresce em todas as frentes. E regista já "horas de ponta" de manhã e ao fim do dia, com a entrada e saída de milhares de carros.

No distrito, outros nove concelhos registaram subidas de população. Mas muito ligeiras. Na ordem das poucas centenas.

Nelas (com mais 616 pessoas), Sátão (571) e Mangualde (487) foram os municípios que, depois de Viseu, mais aumentaram em número de habitantes, entre 2000 e 2007. Seguem S. Pedro do Sul (391), Vila Nova de Paiva (362), Oliveira de Frades (175), Tarouca (110), Tondela (66) e Carregal do Sal (40).

Oito destes municípios situam-se na parte sul do distrito, a mais industrializada. A excepção é Tarouca. Em Nelas, Mangualde e Oliveira de Frades estão muitas das empresas maiores empregadoras do distrito. A maior é a fábrica da Peugeot/Citroen, em Mangualde, que emprega cerca de 1300 pessoas.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Obras no Rossio arrancam em breve



Local privilegiado não precisaria de mais adornos. Mas talvez por isso mesmo, o Rossio exige novas atractividades. Atenta, a Câmara Municipal projectou um conjunto de acções, sobretudo ao nível do equipamento urbano, melhorando o visual. Mas, a par disso, serão levadas a efeito obras periféricas. As obras de requalificação na Praça da República (Rossio) arrancarão em breve.

A intervenção incidirá na renovação do mobiliário urbano (bancos, papeleiras e candeeiros, reforço da iluminação do edifício dos Paços do Concelho, e iluminação do painel de azulejos (obra de Joaquim Lopes, de 1931, que retrata várias actividades da região) no muro que separa o Rossio do Jardim das Mães. A área pedonal vai ser alterada para dar melhores condições de segurança aos cidadãos. ‘Vamos nivelar passeios e rua sem cortar o trânsito’, informou Fernando Ruas. No Rossio passará também a existir uma zona de atravessamento para invisuais. Os automobilistas deixarão de aceder directamente à rua Gaspar Barreiros.

A alternativa é subir e inverter a marcha na avenida 25 de Abril, junto ao cruzamento com a avenida Gulbenkian, onde será construída uma nova rotunda. A Câmara Municipal aproveitará a requalificação urbana para introduzir algumas das medidas preconizadas no estudo de reordenamento viário e pedonal que está a ser elaborado pelo Instituto Politécnico de Viseu e Faculdade de Tecnologia de Coimbra, através da equipa liderada por Álvaro Seco. A avenida Alberto Sampaio entrará também em obras, passando a ter um único sentido, o ascendente, entre as praças D. João I e da República. Fernando Ruas informou ainda que ‘vamos renovar as condutas de saneamento básico, criar estacionamentos em espinha e apostar no alargamento dos passeios para que as pessoas possam circular mais à vontade’.

A.R.

Parque da Cidade vai ser requalificado





O Parque da Cidade/Aquilino Ribeiro, em Viseu, vai ser requalificado. O investimento é de cerca de 1.5 milhões de euros, só na parte dos arranjos urbanísticos. Os espaços de hotelaria serão alvo de concursos adequados abertos à sociedade civil. O lançamento do concurso público foi aprovado por unanimidade do executivo. Está previsto que as obras possam arrancar, no terreno, dentro de quatro meses, ficando concluídas no início de 2010. Os actuais caminhos terão outro tipo de pavimento, bem como o equipamento urbano.

Também o espaço verde sofrerá alterações ao nível paisagístico, com a criação de ligações do elemento água entre a fonte existente e o novo lago, criado no centro do parque. A grande curiosidade é do projectista ser o mesmo que desenhou o parque inicial, há 55 anos, fazendo a reconversão do antigo Quartel Militar em Parque da Cidade. Cabe-lhe agora fazer a reinterpretação do espaço e introduzir-lhe novas valências.

A. R. Notícias de Viseu

Requalificação da Quinta da Cruz



Estão a ser dados os últimos ‘retoques’ para que as obras de requalificação da Quinta da Cruz possam avançar de modo a que o final das mesmas ocorra ainda no decurso de 2009. O prazo de execução é de 365 dias. Os trabalhos da 1.ª fase estão relacionados com a transformação dos jardins em espaço pedagógico. O concurso de adjudicação dos trabalhos contempla também a recuperação de um moinho.

As obras custam um milhão de euros, mostrando-se a Câmara Municipal decidida a dar a volta completa a este novo espaço verde concelhio (entre Vildemoinhos e S. Salvador), realizando sucessivas obras até que a fruição total da Quinta possa ser um facto, com os viseenses a ganharem o hábito de frequentar novo e importante pulmão citadino. O presente pacote de obras contempla as zonas edificadas. No imóvel principal vai ser albergado um museu de arte contemporânea, criando-se, à volta, condições para a abertura da propriedade ao público. O projecto está voltado para aproveitamento da dimensão dos jardins e diversidade da flora existente, colocando a estrutura à disposição do público, neste particular, especialmente dos jovens. A reabilitação e valorização dos espaços prosseguirão em etapas subsequentes.

O Presidente da Câmara Municipal informou que há já um protocolo com a Fundação Serralves para fazer deslocar algumas exposições temporárias a Viseu. Para a ‘Quinta’ está também previsto um jardim aromático e ainda a construção dos Arquivos Distrital e Concelhio, prometido e adiado há muito. Todavia, tudo parece indicar que desta vez também irá avançar. Esta obra é da responsabilidade do Poder Central.

A. Rodrigues

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Sinagoga da comunidade Judaica de Viseu vai integrar Rede de Museu Municipal

Sinagoga da comunidade Judaica de Viseu vai integrar Rede de Museu Municipal



O edifício que, nos séculos XV e XVI , foi a Sinagoga da Comunidade Judaica de Viseu vai ser incluído na rede de museus municipal. O imóvel foi adquirido pela autarquia, por 154. 700 euros, que assinou a escritura de aquisição do edifício quatrocentista na passada segunda-feira, dia 22.

Durante a cerimónia, o ex-proprietário do edifício, Figueiredo Dias, admitiu sentir "um conjunto de sentimentos contraditórios". "Sinto saudades da casa onde vivi e sinto o gosto pelo facto da casa poder ser útil à cidade", refere. Figueiredo Dias considera que a venda do imóvel à autarquia de viseu se deve a um "encontro de afectos". "Um dia comentei com o senhor presidente que tinha um sonho de que esta casa se pudesse tornar mais um elemento da vida histórica da cidade. E o senhor presidente demonstrou a vontade de ter mais espaços para a Rede de Museus", explica.

De acordo com Fernando Ruas, a aquisição da antiga Sinagoga, que no século XX acolheu a Papelaria e Livraria Dias, vai permitir dar continuidade ao projecto proposto pelo Grupo de Missão. "Queremos deixar aqui de forma muito marcada aquilo que são vestígios da actividade judaica em Viseu. Em primeiro através de uma pesquisa documental forte sobre a problemática dos judeus em Viseu e através da adequação do espaço ao espólio", explica.

O edifício quatrocentista encontra-se situado na zona de protecção à Sé de Viseu e na Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística e é composto por três pisos.

Ao transformar o edifício da antiga Sinagoga em museu ou núcleo museológico, a autarquia espera "chamar mais gente ao centro histórico" e assim "dinamizar o turismo cultural". "Com a Rede de Museus Municipal vamos criar um centro histórico de muito interesse a nível cultural", afirma Fernando Ruas.

A Rede de Museus será constituída pelo Museu Grão Vasco, o Museu de Arte Sacra, o núcleo museológico da Misericórdia e a Casa-Museu Almeida Moreira.

Divulgação. A presença dos judeus em Viseu vai ser debatida a 14 de Fevereiro de 2009 num colóquio organizado pela autarquia e pelo Grupo de Missão. A evolução do judaísmo, o Judaísmo na Beira: Viseu e Lamego são alguns dos temas que vão ser abordados por académicos especialistas em assuntos da comunidade judaica.Na mesma ocasião será lançado o número da revista do Grupo de Missão.

Museu Militar no centro histórico

> Com o intuito de alargar a rede de museus, já perspectivada pelo Grupo de Missão, a autarquia de Viseu pretende criar um Museu Militar na Rua Direita, para o qual seria transferido todo o acervo do Museu do Regimento de Infantaria 14. "Ficamos num espaço curtíssimo do centro histórico, a cinco minutos de distância entre cada um dos museus, com uma rede que poderá permitir uma oferta diversificada", refere Fernando Ruas, sublinhando que os turistas nunca se deslocam a uma cidade por um museu, mas por um pacote de museus.
ed. 354, 26 de Dezembro de 2008

domingo, 30 de novembro de 2008

energia eólica

A produção de energia eléctrica a partir de fontes de energia renovável está concentrada no Norte do país, principalmente nos distritos de Viana do Castelo, Bragança, Viseu, Coimbra, Braga e Vila Real.

Os distritos com maior potência eólica são Viseu, Castelo Branco, Viana do castelo, Coimbra, Lisboa, Vila Real, Leiria, Santarém e Braga.+´´´´´´´´´´´´´´+

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Futuro Centro de Artes na avenida da Europa

00h30m

TERESA CARDOSO

Um complexo cultural que permita a criação, construção, montagem e apresentação de espectáculos, de grande envergadura, vai surgir brevemente na cidade de Viseu.

Iniciativa municipal, o futuro Centro de Artes do Espectáculo (CAE), assim se chamará o novo equipamento, será construído nas proximidades da rotunda da fonte luminosa, no acesso à avenida da Europa. A notícia foi avançada, na última sexta-feira, pelo presidente da autarquia viseense. Fernando Ruas justifica o investimento, ainda sem precisar valores, com a necessidade de dotar a cidade de um espaço preparado para receber manifestações culturais de grande dimensão.

O complexo terá uma capacidade entre os 500 e os 600 lugares. Fernando Ruas admite que possa começar a ser construído já no próximo ano.

A construção do Centro de Artes, faz cair o projecto, há muito previsto, de um anfiteatro acoplado ao pavilhão multiusos, no recinto da Feira de S. Mateus, onde se encontra também instalada a Polícia Municipal.

A escolha da avenida da Europa para a concretização do projecto tem a ver, em primeiro plano, com a existência de espaços amplos para a implantação do edifício, com áreas envolventes ajardinadas, e com áreas livres para estacionamentos.

Fernando Ruas esclarece que o novo equipamento irá aumentar a resposta cultural na cidade. E funcionará como complemento da oferta já existente no Teatro Viriato.

"Queremos que o Centro Regional de Artes do Espectáculo das Beiras, a funcionar no Viriato, dure por muitos e bons anos. Têm feito um trabalho excelente. Mas precisamos de um espaço de maiores dimensões", justificou.

JN, 24 de Novembro

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Viseu e Lisboa Norte dividem os primeiros lugares

No ranking dos hospitais nacionais elaborado pela Sábado, Viseu obteve o o 1º lugar no grupo de doenças "Traumatismos e Lesões Acidentais" e no grupo "Doenças Neurológicas", enquanto o Centro Hospitalar Lisboa Norte tem o 1º lugar em "Doenças Endócrinas e Metabólicas" e em " Doenças Respiratórias".
O ranking geral dos hospitais ficou assim ordenado:
1º Centro Hospitalar Lisboa Norte
2º Hospital de S. João
3º IPO Lisboa
4º IPO Porto
5º HUC Coimbra
6º S. Teotónio Viseu
7º Centro Hospitalar do Porto
8º Centro Hospitalar Lisboa Ocidental
9º Curry Cabral
10º Hospital da Cova da Beira
Os rankings valem o que valem...como diz o outro...
MM

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Martifer inaugura dois parques eólicos no Ceará



A empresa Rosa dos Ventos, controlada pela Martifer, inaugurou dois parques eólicos no Brasil (estado do Ceará) com uma potência total de 14,7 megawatts (MW).

A empresa portuguesa calcula que a produção anual combinada dos parques eólicos de Canoa Quebrada e Lagoa do Mato, no Ceará, chegue a 61 mil megawatts por hora (MWh), o suficiente para abastecer uma cidade de 50 mil habitantes e evitar a emissão de cerca de 25.800 toneladas de dióxido de carbono.

As turbinas destes parques, segundo a Martifer, são as maiores já instaladas no Brasil, tanto em termos da potência unitária - 2,1 MW - como na altura das torres instaladas - 88 metros.

A Martifer Renewables tem actualmente 110 MW em construção, aos quais se juntam aos 53 MW em funcionamento que o grupo tem na Alemanha.

Além do Brasil, a empresa está presente na Alemanha, Espanha, Polónia, Roménia, Eslováquia, Ucrânia, Estados Unidos da América, Bulgária, Austrália, Grécia e Itália.

Diário Digital /Lusa

Visabeira compra francesa Gatel



O grupo Visabeira adquiriu a empresa francesa Gatel, cuja actividade assenta na área das redes eléctricas industriais e em túneis rodoviários e ferroviários.

A Gatel, que tem um volume anual de facturação de cinco milhões de euros, presta serviços a grandes empresas de obras públicas francesas, que segundo a Visabeira "marcam especial presença nos mercados europeu, africano, americanos, asiático e Médio-Oriente".

«Esta aquisição visa reforçar e diversificar a presença da Visabeira em território francês, país onde o grupo português detém uma importante operação de negócio na área das telecomunicações», justifica fonte do grupo de Viseu.

viseu no top 10

Cascais foi o concelho que, em 2006, mais licenças camarárias concedeu para a construção de edifícios, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados pelo Sales Index da «Marktest».

Segundo a mesma fonte, foram 45 537 as licenças camarárias dadas para construção, ampliação, transformação ou restauro, no total do país.

As câmaras municipais de Cascais, Braga e Viseu foram as que mais licenças concederam, respectivamente 936, 806 e 787 o que em conjunto representa 5,6 por cento do total.

Guimarães, Leiria, Coimbra, Mafra, Vila Nova de Famalicão, Barcelos e Sintra completam a lista dos 10 concelhos com maior número de licenças concedidas para a construção.

Ampliação e restauro de habitações

A maioria destas licenças é destinada à construção, ampliação, transformação ou restauro de edifícios destinados à habitação, que representam 82,2% das licenças concedidas.

As licenças para comércio representam 3,7% do total, as destinadas à agricultura, 1,9%, as destinadas à indústria, 1,7% e as destinadas a outros fins, 10,6%.

Cascais, Braga e Viseu também lideram em número de licenças destinadas à habitação, respectivamente com 849,752 e 604. Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Coimbra, Sintra, Mafra, Lisboa e Leiria completam a lista dos 10 concelhos com maior número de licenças para habitação.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

RTP - Cava de Viriato

Link: Cava de Viriato

Maior ecopista do país avança já esta semana


Viseu, Tondela e Santa Comba Dão dividem custos da obra

00h54m

TERESA CARDOSO

O concurso público para a construção da maior ecopista do país, com meia centena de quilómetros, é lançado esta semana. Terça-feira, as câmaras de Viseu, Tondela e Santa Comba Dão definem quanto paga cada uma.

A obra está orçada em cinco milhões de euros. Três serão financiados pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Os dois restantes divididos pelos três municípios envolvidos. Cada um pagará em função dos quilómetros de ecovia que atravessam o respectivo concelho.

Amanhã, pelas 16 horas, no Solar do Vinho do Dão, na sede de distrito, as câmaras de Viseu, Tondela e Santa Comba Dão assinam o protocolo que as vincula ao projecto e onde é definido o montante que cada uma irá pagar.

"Estamos a falar da maior ecopista do país, com meia centena de quilómetros, que incluem os 7,5 já construídos no concelho de Viseu, desde a cidade até Figueiró. Um empreendimento amigo do ambiente que justifica este esforço intermunicipal", explica Carlos Marta, autarca de Tondela e presidente da Associação de Municípios Dão Lafões, promotora do projecto.

A mesma fonte adianta que, ainda esta semana, em dia a designar, será lançado o concurso público da obra que, após a adjudicação, prevista para o início do ano, terá seis meses para ficar pronta. O que significa que a ecopista poderá estar operacional já a partir do próximo Verão.

O financiamento proveniente do QREN deixou de fora, nesta fase, os 600 mil euros necessários à requalificação do interior das estações de caminho de ferro ainda existentes no antigo ramal do Dão. "Mas assegura todos os arranjos exteriores" garante Carlos Marta.

Estatísticas
Partilhar
[?]
tag

domingo, 26 de outubro de 2008

Taxas de desemprego mais baixas em 2008




Desde 2005 até Setembro de 2008, registou-se um decréscimo de 0,7 por cento na taxa de desemprego no distrito de Viseu.

Os dados disponibilizados na cerimónia de assinatura de várias iniciativas locais de emprego, que decorreu, no Instituto de Emprego e Formação indicam que até ao mês de Setembro de 2008 havia 15.530 pessoas desempregadas no distrito. Um "valor significativo" que tem sido, segundo o presidente do Instituto de Emprego e Formação profissional (IEPF), Francisco Marcelino, combatido através de políticas de emprego e formação. "Estamos a fazer um esforço crescente em envolver cada vez mais pessoas em programas de emprego e formação. No ano de 2007, foram abrangidas cerca de 11 mil pessoas neste tipo de iniciativas. De acordo com Francisco Marcelino, o número de inscritos nos Centros de Novas Oportunidades.

Durante a cerimónia de assinatura de iniciativas locais de emprego, foi formalizada a criação de 23 novas empresas e 58 postos de trabalho, com um volume de investimento de 1,6 milhões de euros no distrito.

Na mesma cerimónia, foram concedidos 40 estágios profissionais a licenciados e entregues 50 diplomas a adultos no âmbito das Novas Oportunidades.

Jornal do Centro ed. 345, 24 de Outubro de 200

Projecto da ecopista concluído





O projecto da ecopista que será instalada no ramal ferroviário do Dão desactivado está concluído. A ecopista atravessará os concelhos de Santa Comba Dão, Tondela e Viseu numa estrutura com 52 quilómetros que será a maior do género no país.

O lançamento do concurso deverá ocorrer em Novembro. Os autarcas dos três municípios aguardam que a obra comece no início de 2009. A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro atribuiu um financimento de três milhões de euros para o projecto, mas cada município pagará o investimento consoante o número de quilómetros de ecopista que tem no seu território.

O concelho de Viseu é o município onde o projecto se encontra mais avançado, uma vez que a autarquia inaugurou em 2007 o primeiro troço requalificado do ramal ferroviário.

As autarquias esperam com o projecto fomentar o turismo na região Dão Lafões.

in Jornal do Centro, 24 de Outubro

sábado, 25 de outubro de 2008

O semáforo que conta os segundos

O semáforo que conta os segundos

Ontem

TERESA CARDOSO
Vídeo

Entram esta sexta-feira em funcionamento em várias zonas de Viseu, após uma fase de testes, os semáforos que avisam condutores e peões, numa contagem ao segundo, do tempo que falta para aparecerem os sinais verde ou vermelho.

Inovador a nível nacional, mas já utilizado em alguns países europeus, nomeadamente em Espanha, o sistema indica, com precisão, o momento em que carros e pessoas devem iniciar ou parar a marcha em zonas onde há passadeiras.

O tempo de duração dos sinais oscila entre os 20 e os 60 segundos e é estabelecido em função dos fluxos nas zonas de implantação dos semáforos.

"Num sítio onde há pouco movimento, o tempo de espera é naturalmente menor", explica Fernando Ruas, presidente da Câmara Municipal de Viseu (CMV), que confessa ter "importado" a ideia de países que tem visitado, entre os quais Espanha.

"Ando sempre atento ao que me rodeia nos países que visito. E não tenho problemas em trazer para a nossa cidade as soluções que acho mais interessantes. Este é um dos casos", diz ao Jornal de Notícias.

O sistema consiste na colocação nos semáforos já existentes de um engenho electrónico que monitoriza, articula e conecta as cores vermelha e verde que regulam a passagem de peões ou a circulação de automóveis.

Nos últimos dias, nas principais ruas e avenidas da cidade, os viseenses surpreenderam-se ao ver que o atravessamento das passadeiras era já cronometrado ao segundo.

"Estava incompleto. Começámos a fase de testes pelos peões. A partir de amanhã [hoje] o sistema já estará a funcionar para quem circula de automóvel ou a pé", explica Fernando Ruas.

O autarca prevê que o processo, "que fará escola no país", aumente a segurança e a qualidade de vida e ajude a população a poupar combustível.

"Até aqui, enquanto esperavam pelo sinal verde, os condutores aceleravam e metiam mudanças num pára arranca que consumia muito combustível. Com a contagem ao segundo, vamos seguramente poupar muito dinheiro", garante Ruas.

O autarca promete espalhar os novos equipamentos pelo concelho. "Depois das rotundas, elogiadas por todos, este é mais um sistema amigo do ambiente".

sábado, 18 de outubro de 2008

Visabeira em Angola

A construtora Visabeira Angola, que aposta na construção de hotéis, torres residenciais e reabilitação de edifícios, vai investir 100 milhões de dólares em projectos dirigidos para Luanda, Huambo e Huíla.

Martifer constrói fábrica no Texas





A Martifer, através da Martifer Energy Systems, prepara-se para arrancar, este mês, com a construção da Fábrica de Torres Eólicas nos Estados Unidos, num investimento de cerca de 40 milhões de dólares.

Segundo um comunicado da empresa, a segunda Fábrica de Torres Eólicas que o Grupo Martifer constrói, num espaço de quatro anos, ficará localizada na cidade de San Angelo, Texas.

A construção da Fábrica de Torres Eólicas deve estar concluída no segundo semestre de 2009 e vai criar 225 postos de trabalho. Em 2013 prevê-se que tenha uma capacidade de produção anual de 400 torres.

António Pontes, da Martifer Energy Systems afirma que "esta fábrica será a alavanca da actividade da Martifer Energy Systems nos Estados Unidos, um novo mercado para a área de negócio dos equipamentos para energia e uma enorme oportunidade para a expansão das actividades de fornecimento de parques eólicos turnkey alinhando com as restantes áreas de negócio do grupo na estratégia definida para o sistema".

Jornal do centro, ed. 344, 17 de Outubro de 2008

Nuno Rogeiro Gostou

VISEU
“Uma cidade de desenvolvimento harmonioso. Ou, como se diz hoje, “sustentado”.
Espaço para imponentes obras pós-modernas, serviços, de qualidade, infra-estruturas pensadas. Locais à medida humana, no lazer, na cultura, no trabalho e na invenção.

Uma urbe limpa, de fachadas restauradas, o centro histórico preservado com inteligência.
Uma cidade que centraliza a boa mesa e o bom vinho (uma Casa da Ínsua, reserva de 2004, entre muitos outros, desfaz os cépticos)
Uma terra onde os filhos pródigos regressam às raízes, onde as gentes se tratam com cortesia, onde não há assaltos às esquadras da polícia, nem necessidade de exibições armadas, para manter a ordem.
O rosto das Beiras, com grupos económicos fortes e determinadas, que não mendigam ao Estado nem exploram o comum.
Um exemplo para o poder autárquico, combinando a persuasão e autoridade, diálogo e firmeza.

Viseu. Fui lá lançar uma diáfana obra de fantasia, e trouxe a nudez da verdade”.

Nuno Rogeiro, Sábado de 30 Abril 2008

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

autarca roubado

O presidente de uma junta de freguesia do distrito de Viseu foi roubado num hotel de Barcelona. Segundo o ‘El Mundo’, o autarca e uma mulher, de 23 anos, encetaram uma discussão de tal forma violenta num dos quartos que foi chamada a polícia. Acusou a mulher de lhe ter roubado jóias e a polícia acabou por encontrá-las escondidas na vagina da senhora.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Viseu -vídeo do início do século XX

Há um vídeo de Viseu do início do Séc XX em:
www.baroesdaseviseu.blogspot.com

PIDDAC

O investimento no distrito cresce quase 30%, de 54,6 milhões, em 2008, para 70,7 milhões de euros, em 2009. Mas há cinco concelhos (Armamar, Oliveira de Frades, Penedono, Tarouca e Vouzela) que ficam em branco, os três últimos pelo segundo ano consecutivo. Inscritos, pela primeira vez, estão os três Serviços Básicos de Urgência (SUB) de Cinfães, Moimenta da Beira e SP Sul, Lamego não vê contemplada a construção do hospital e Viseu volta a ver adiada a linha ferroviária e a autoestrada 24 (A24) para Coimbra.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Ladrões terão usado portátil para abrir carro

Os ladrões que furtaram, na passada terça-feira, duas malas de viagem e uma pasta com documentos da mala do carro utilizado nas deslocações oficiais do presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, poderão ter recorrido a um computador portátil para destrancar as portas da viatura e levarem a cabo o roubo, sem danificar o automóvel.
O crime foi noticiado ontem pelo Diário de Viseu e, de acordo com fonte da PSP contactada pelo nosso Jornal, o método que pode ter sido aplicado implica a existência de material informático, usado para enviar um sinal para a viatura e que é idêntico ao transferido pelo comando integrado na chave original.
"Este tipo de equipamento é utilizado cada vez mais pelos criminosos, porque permite realizar os assaltos sem chamar a atenção de eventuais testemunhas, já que não precisam de estar a forçar as portas com ferros ou partir os vidros com pedras", explicou o agente, ligado à investigação criminal. Adiantou ainda que basta estar próximo do carro - escolhido pelos ladrões - e fazer correr um programa informático que simula o sinal enviado pelo comando.
"O processo pode demorar até 20 minutos, mas depois disso o indivíduo pode aproximar-se do carro, abrir a porta, retirar o que deseja e colocar-se em fuga, sem chamar a atenção das pessoas que estão nas proximidades", sublinhou. Referiu também que, dessa forma, é possível roubar o carro, desde que não seja necessária uma chave na ignição para colocar o motor a trabalhar, o que já acontece em alguns modelos vendidos no mercado nacional.
Comandos
de televisão

Quanto à possibilidade de os criminosos terem usado um comando de televisão para "clonar" o sinal da chave - hipótese que terá sido avançada por Fernando Ruas - a fonte contactada pelo Diário de Viseu disse que tal situação é improvável, tendo em conta que o carro da autarquia é muito moderno, usando um sistema em que o código da chave muda cada vez que é usada, permitindo mil milhões de combinações.
in Diário de Viseu, 9/10/08